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Conheça 200 fatores de ranqueamento no Google

A lista completa dos 200 fatores de ranqueamento no Google

Quando um usuário faz uma busca, o Google usa milhares de critérios para definir a ordem em que os resultados aparecerão organicamente. O site americano Backlinko, uma das referências mundiais em SEO, criou uma lista dos 200 fatores de ranqueamento mais importantes, que reproduzimos mais adiante.

Entretanto, uma lista com tantos itens, pode mais confundir do que ajudar um gestor porque não ajudar a priorizar os elementos certos. Por isso, antes de elencar os 200 elementos, é preciso destacar que oito deles têm peso maior do que os outros em 2019:

  • Domínios de referência de onde vêm os cliques para o seu site;
  • Taxa orgânica de clique via Google;
  • Autoridade do seu domínio;
  • Usabilidade em dispositivos móveis;
  • Tempo de permanência no site;
  • Número total de backlinks de outros sites apontando para o seu;
  • Qualidade do seu conteúdo;
  • SEO on-page do seu site.

Dito isso, vamos aos pouco mais de 200 fatores de ranqueamento brevemente explicados — e adaptados por nós livremente não apenas para o português, mas também, em muitos casos, para o Brasil.

É importante destacarmos dois pontos. Primeiro: os 200 itens não obedecem a uma ordem de importância. Segundo: você provavelmente não está familiarizado com todos os termos e a explicação breve que daremos a seguir não esgotará o assunto. Portanto, uma pesquisa adicional talvez é recomendada para os pontos que despertarem sua atenção.

Vamos à lista.

Fatores relacionados ao domínio

#1 Idade do domínio: quanto mais antigo for o seu domínio, melhor.

#2 Quando a palavra-chave aparece no domínio superior, há um ganho de SEO. Isso já teve mais peso no passado, sim, mas ainda funciona.

#3 Se a palavra-chave for a primeira palavra no domínio, a vantagem será ainda mais clara sobre um site que não tem a palavra-chave no domínio.

#4 Duração do registro de domínio conta. Empresas que pagam o registro antecipadamente por dez anos levam vantagem sobre aquelas que renovam o registro por um ano, por exemplo.

#5 Especialistas em SEO concordam com a afirmação de que a palavra-chave presente no subdomínio pode impulsionar o SEO.

#6 Sites com histórico de mudanças de propriedade e pedido de “zerar” o histórico podem ser penalizados. Ou seja, o novo dono pode pagar pelos erros do anterior.

#7 Domínio de EMD (Exact Match Domain) ainda podem dar uma vantagem, mas, para isso, é preciso que o conteúdo tenha qualidade. Apenas para contextualizar, EMD é aquele domínio que corresponde exatamente ao termo buscado pelo usuário.

#8 Ter o status “WhoIs” público é melhor do que privado. Esse item mostra no registro.br e nos equivalentes estrangeiros quem é o dono do site. Portanto, ocultar essa informação pesa negativamente.

#9 Se o “Whois” for público e o Google identificar o dono como spammer, o site será penalizado também.

#10 A extensão TLD do país (.br, .cn., .pt) ajuda o site a ranquear em sua região, mas pode dificultar a ranquear globalmente.

Fatores relacionados à página

#11 Apesar de não ser tão importante quanto já foi um dia, a tag de título continua tendo algum peso para SEO.

#12 Se a tag de título começar com a palavra-chave, esse peso remanescente é um pouco maior.

#13 O Google não usa a tag de descrição da página para efeito direto de ranqueamento. No entanto, ela pode afetar a taxa de cliques, que é um fator importante de classificação.

#14 Se a palavra-chave aparecer no título (H1), melhor.

#15 TF-IDF é uma forma elegante de perguntar “quantas vezes uma determinada palavra aparece em um documento?”. Quanto mais essa palavra aparecer em uma página, mais provável é que a página se regira essa palavra.

#16 Tamanho do conteúdo: o conteúdo com mais palavras pode abranger uma amplitude maior e é provavelmente preferível no algoritmo em comparação com artigos mais curtos e superficiais.

#17 Em conteúdos muito extensos, o uso de um índice pode ajudar o Google a entender melhor o conteúdo de sua página. É mais ou menos como faz a Wikipédia, com links internos, enviando o usuário para pontos dentro da própria página.

#18 Densidade de palavras-chave: embora não seja tão importante quanto antes, o Google pode usá-lo para determinar o tópico de uma página da Web.

#19 Palavras-chave de indexação semântica latente no conteúdo (LSI) ajudam os mecanismos de busca a extrair significado de palavras que tenham mais de um significado. Por exemplo: Gol, a companhia aérea ou gol, do futebol.

#20 Palavras-chave LSI em tags de título e descrição: assim como no conteúdo de páginas da Web, as palavras-chave LSI nas meta tags de página provavelmente ajudam o Google a discernir entre palavras com múltiplos significados potenciais. Também podem atuar como um sinal de relevância.

#21 Há uma correlação clara entre a cobertura de tópicos em profundidade numa página e o ranqueamento no Google. Portanto, as páginas que cobrem todos os ângulos provavelmente têm uma vantagem em relação às páginas que cobrem apenas um tópico parcialmente.

#22 Velocidade de carregamento de páginas via HTML: Google e Bing usam a velocidade da página como um fator de classificação. Os spiders dos mecanismos de pesquisa podem estimar a velocidade dos sites com bastante precisão, com base no código HTML.

#23 O Google também usa dados do usuário do Google Chrome para lidar melhor com o tempo de carregamento de uma página. Dessa forma, pode medir a rapidez com que uma página é carregada para os usuários.

#24 Uso de AMP: embora não seja um fator de classificação direta do Google, o AMP pode ser um requisito para se classificar na versão para celular do Google News Carousel.

#25 Correspondência de entidade: o conteúdo de uma página corresponde à “entidade” que um usuário está pesquisando? Se sim, essa página pode obter melhor posição para essa palavra-chave.

#26 No Google Hummingbird, a “mudança de algoritmo” ajudou o Google a ir além das palavras-chave. Graças a ele, o Google agora pode entender melhor o tópico de uma página da web.

#27 Conteúdo duplicado, idêntico no mesmo site (ainda que ligeiramente modificado) pode influenciar negativamente a visibilidade do mecanismo de pesquisa de um site.

#28 Quando usado corretamente, o uso da tag canônica pode impedir o Google de penalizar um site por conteúdo duplicado.

#29 As imagens enviam aos mecanismos de busca importantes sinais de relevância por meio de seu nome de arquivo, texto alternativo, título, descrição e legenda.

#30 A atualização do Google Caffeine favorece o conteúdo publicado ou atualizado recentemente, especialmente para pesquisas sensíveis ao tempo. Destacando a importância desse fator, o Google mostra a data da última atualização de uma página para determinadas páginas.

#31 Magnitude das atualizações de conteúdo: o significado das edições e mudanças também serve como um fator de atualização. Adicionar ou remover seções inteiras é mais significativo do que alterar a ordem de poucas palavras ou corrigir um erro de digitação.

#32 Histórico de atualizações da página: com que frequência a página foi atualizada ao longo do tempo? Diariamente, semanalmente, a cada cinco anos? A frequência de atualizações da página também desempenha um papel em SEO.

#33 Ter a palavra-chave presente nas primeiras 100 palavras do conteúdo de uma página é correlacionada com a classificação da primeira página do Google.

#34 A presença da palavra-chave em subtítulos no formato H2 ou H3 pode ser outro sinal de relevância.

#35 Qualidade dos links externos: muitos experts em SEOs dizem que fazer links para sites de autoridade ajuda a enviar sinais de confiança para o Google — e isso é sustentado por diversos estudos que apontam mesmo nessa direção.

#36 Tópico dos links externos: o Google pode usar o conteúdo das páginas para as quais você faz link como um sinal de relevância. Por exemplo, se você tiver uma página sobre carros com links para páginas relacionadas a filmes, isso pode informar ao Google que sua página é sobre o filme “Carros”, e não sobre automóveis.

#37 Gramática e ortografia: a gramática e a ortografia adequadas são um sinal de qualidade.

#38 Sindicância de Conteúdo: o conteúdo da sua página é original? Se for copiado ou extraído de uma página indexada, ele não será classificado como bom. Ou poderá não ser indexado.

#39 Atualização para dispositivos móveis: muitas vezes chamada de “Mobilegeddon“, esta atualização recompensou páginas que foram adequadamente otimizadas para dispositivos móveis.

#40 Usabilidade em dispositivos móveis: websites que os usuários de dispositivos móveis podem acessar facilmente têm uma vantagem no “índice mobile first” do Google.

#41 Determinados conteúdos às vezes são ocultados nas versões mobile dos sites. O Google declarou que isso está ok. Ou seja, sites não são penalizados por isso. Mas o Google também já disse que prefere sites que mostram todo o conteúdo na versão mobile.

#42 “Conteúdo suplementar” útil: de acordo com o Documento de Diretrizes do Google Rater, agora público, o conteúdo suplementar útil é um indicador da qualidade de uma página (e, portanto, do ranking do Google). Exemplos incluem conversores de moeda, calculadoras de juros de empréstimos e receitas interativas.

#43 Conteúdo oculto atrás de abas: os usuários precisam clicar em uma guia para enxergar parte do conteúdo da sua página? Em caso afirmativo, o Google já disse que esse conteúdo “não pode ser indexado”.

#44 Número de links externos em excesso podem baixar o PageRank de um site e prejudicar o ranqueamento de suas páginas.

#45 Multimídia: imagens, vídeos e outros elementos multimídia podem atuar como um sinal de qualidade de conteúdo. Por exemplo, um estudo encontrou uma correlação entre multimídia e ranqueamento.

#46 Número de links internos para uma página do próprio site indica sua importância em relação a outras páginas no site. Ou seja, quanto mais links internos uma página recebe, mais importante ela é.

#47 Os links internos das páginas relevantes no domínio têm um efeito mais forte do que as páginas com um PageRank baixo ou nulo.

#48 Ter muitos links quebrados em uma página pode ser um sinal de um site negligenciado ou abandonado. O documento de diretrizes do Google Rater usa links quebrados para avaliar a qualidade de uma página inicial.

#49 o Google estima o índice de leitura de páginas da web e isso pesa para SEO.

50 Os links de afiliados não prejudicam o ranqueamento, mas, se houver muitos, o algoritmo do Google pode prestar mais atenção a outros sinais de qualidade para garantir que o site não seja um “site afiliado”.

#51 Muitos erros de HTML ou códigos desleixados podem ser um sinal de um site de baixa qualidade.

#52 Autoridade do domínio: se os demais fatores forem equivalentes, uma página em um domínio com mais autoridade terá classificação mais alta que uma página em um domínio com menos autoridade.

#53 PageRank: não está perfeitamente correlacionado, mas as páginas com muita autoridade tendem a ultrapassar as páginas sem muita autoridade de link.

#54 URLs excessivamente longas podem prejudicar a visibilidade do mecanismo de pesquisa de uma página.

#55 Caminho da URL: uma página mais próxima da página inicial pode ter um leve aumento de autoridade em relação às páginas ocultas no fundo da arquitetura de um site.

#56 Editores humanos: embora nunca tenha sido confirmado, o Google registrou uma patente para um sistema que permite aos editores humanos influenciarem as SERPs.

#57 Categoria da página: a categoria em que a página aparece é um sinal de relevância. Uma página que faz parte de uma categoria relacionada pode receber um aumento de relevância em comparação a uma página que é arquivada em uma categoria não relacionada.

#58 Tags de WordPress são sinais de relevância específicos do WordPress.

#59 Palavra-chave presente na URL são um sinal de relevância, mas o Google já chamou isso de “um fator de classificação muito pequeno” de classificação.

#60 Strings de URL são lidas pelo Google e podem fornecer um sinal temático sobre o tópico a que página se refere.

#61 Citar referências e fontes, como os trabalhos de pesquisa, é um sinal de qualidade. As diretrizes de qualidade do Google afirmam isso, sem, no entanto, afirmar que usem links externos como um sinal de classificação.

#62 Marcadores e listas numeradas ajudam a organizar o conteúdo para os leitores. O Google provavelmente concorda e pode preferir conteúdo com marcadores e números.

#63 Sitemap: a prioridade que uma página é dada através do arquivo sitemap.xml, e sua existência pode influenciar no ranqueamento.

#64 O excesso de links externos pode prejudicar o SEO porque distraem o conteúdo principal.

#65 A quantidade de outras palavras-chave para as quais a página ranqueia, além da palavra-chave principal, é um sinal interno de qualidade em termos de SEO.

#66 Embora o Google prefira novos conteúdos, uma página mais antiga atualizada regularmentepode superar uma página mais recente.

#67 Layout amigável: o Documento de diretrizes de qualidade do Google afirma que o “layout nas páginas da mais alta qualidade torna o conteúdo principal imediatamente visível”.

#68 “Domínios Estacionados” (Parked Domains): uma atualização do Google em dezembro de 2011 diminuiu a visibilidade de pesquisa de domínios reservados.

#69 Conteúdo útil: o Google valoriza conteúdo de qualidade e útil.

Fatores relacionados ao site

#70 O conteúdo fornece valor e insights exclusivos. o Google declarou que está feliz em penalizar sites que não trazem nada novo ou útil para a mesa, especialmente sites afiliados.

#71 Página “Entre em contato”. O Google afirma que prefere sites com uma “quantidade adequada de informações de contato”. Certifique-se de que suas informações de contato correspondam às suas informações no “whois” do registro.br.

#72 Confiança de Domínio: muitos experts em SEO acreditam que “TrustRank” é um fator de classificação extremamente importante. E uma patente do Google recém-arquivada intitulada “Classificação dos resultados de pesquisa com base na confiança”, parece confirmar isso.

#73 Arquitetura do site: uma arquitetura de site bem organizada (por exemplo, uma estrutura de silo) ajuda o Google a organizar o seu conteúdo por temas. Ele também pode ajudar o Googlebot a acessar e indexar todas as páginas do seu site.

#74 Atualizações do site: Muitos experts em SEO acreditam que as atualizações do site —especialmente quando um conteúdo é adicionado — funcionam como um fator de atualização de todo o site. O Google, porém, nega que use a “frequência de publicação” em seu algoritmo.

#75 Um sitemap ajuda os mecanismos de pesquisa a indexar suas páginas de maneira mais fácil e completa, melhorando a visibilidade.

#76 Uptime do site: a falta de tempo de manutenção do site ou problemas no servidor pode prejudicar seus rankings — e pode até resultar em desindexação se não for corrigida.

#77 A localização do servidor influencia onde o seu site está classificado em diferentes regiões geográficas. Se estiver fisicamente no mesmo país do público a que se destina, melhor.

#78 Certificado SSL: o uso de HTTPS é um sinal de classificação.

#79 “Termos de Serviço” e “Páginas de Privacidade”: a existência dessas duas páginas ajudam a informar ao Google que um site é um membro confiável da Internet. Eles também podem ajudar a melhorar o E-A-T de seu site.

#80 As meta-informações duplicadas em todo o site podem reduzir a visibilidade de toda a página.

#81 A “Navegação Breadcrumb” é um estilo de arquitetura de site amigável que ajuda os usuários (e os mecanismos de busca) a saberem onde estão em um site.

#82 A otimização para dispositivos móveis é relevante. Com mais da metade de todas as pesquisas feitas a partir de mobile, o Google deseja que todo site seja otimizado para usuários de dispositivos móveis. Na verdade, o Google agora penaliza sites que não são compatíveis com dispositivos móveis

#83 Não há dúvida de que os vídeos do YouTube recebem tratamento preferencial nas SERPs (provavelmente porque o Google é o proprietário).

#84 Usabilidade do site: um site que é difícil de usar ou de navegar pode prejudicar as classificações indiretamente, reduzindo o tempo no site, as páginas visualizadas e a taxa de rejeição (em outras palavras, fatores de classificação do RankBrain).

#85 Uso do Google Analytics e do Google Search Console: alguns acham que ter esses dois programas instalados no seu site pode melhorar a indexação da sua página. Eles também podem influenciar diretamente as classificações, fornecendo ao Google mais dados para trabalhar (por exemplo, taxa de rejeição mais precisa, se você recebe ou não tráfego de referência de seus backlinks etc.). Dito isso, o Google negou isso como um mito.

#86 Avaliações de usuários / reputação do site: a reputação de um site em sites como o Yelp.com provavelmente tem um papel importante no algoritmo do Google. O Google até postou um esboço raramente sincero de como eles usam as avaliações online depois que um site foi flagrado roubando clientes em um esforço para conseguir imprensa e links.

Fatores relacionados a backlink

#87 Os backlinks de domínios antigos podem ser mais poderosos do que os novos domínios.

#88 O número de domínios de referência é um dos fatores de classificação mais importantes no algoritmo do Google, como você pode ver neste estudo do setor, com 1 milhão de resultados da Pesquisa Google.

#89 O número de links de endereços IP de classe-C sugere uma ampla variedade de sites com links para o site, o que pode ajudar a ranquear um site.

#90 O número total de páginas de linkadas— mesmo que do mesmo domínio — tem um certo impacto em ranqueamento.

#91 O texto que faz o link a partir do backlink também é relevante para SEO, especialmente se for rico na palavra-chave em questão.

#92 O campo “Alt” para imagens tem importância.

#93 O Google já disse que “ignora” muitos links de sites “.edu” e “.gov”. Ainda assim, muitos experts em SEO insistem em dizer que há, sim, um tratamento especial no algoritmo do Google para os TLDs .gov e .edu.

#94 A autoridade (PageRank) da página de referência do backlinks tem sido um fator de classificação extremamente importante desde os primeiros dias do Google e ainda é.

#95 A autoridade do domínio de referência pode desempenhar um papel independente no valor de um link.

#96 Os links de outras páginas classificadas na mesma SERP podem ser mais valiosos para a classificação de uma página para essa determinada palavra-chave.

#97 Alguns experts em SEO especulam que o Google não confia totalmente em sites até que você eles recebam links de um determinado conjunto de sites “esperados” em seu setor.

#98 Links vindos dos chamados “bairros ruins” — ou seja, sites com má reputação — podem prejudicar um site.

#99 Embora os links de guest posts ainda tenham valor, eles provavelmente não são tão poderosos quanto os links editoriais verdadeiros. Afinal, essa artimanha é cada vez mais artificial e “manjada” pelo Google.

#100 Os links de anúncios devem ser no-followed. No entanto, é provável que o Google seja capaz de identificar e filtrar os links seguidos dos anúncios.

#101 Os links apontados para a página inicial têm importância especial.

#102 Links Nofollow: Este é um dos tópicos mais controversos em SEO. A palavra oficial do Google sobre o assunto é: “em geral, nós não os seguimos”. Isto sugere que eles às vezes o façam.

#103 Variedade de links: um percentual grande de links vindos de uma única fonte pode ser sinal de spam na web. É preciso haver uma variação natural.

#104 Palavras como “patrocinadores”, “links de parceiros” e “links patrocinados” podem diminuir o valor de um link.

#105 Os links inseridos no conteúdo de uma página são considerados mais poderosos do que os links em uma página vazia ou encontrados em outro lugar da página.

#106 Os links provenientes de redirecionamentos 301 diluem o PageRank do site.

#107 O texto do link interno é outro sinal de relevância. Dito isso, os links internos provavelmente têm muito menos peso do que o texto proveniente de sites externos.

#108 O título do link (que é o texto que aparece quando você passa o mouse sobre um link) também pode ser usado como um sinal de relevância — ainda que seja fraco.

#109 Obter links de extensões de domínio de primeiro nível específicas de país (.br, .de, .cn, .co, .uk) pode ajudar você a se classificar melhor nesse país.

#110 Os links no início de um conteúdo podem ter um pouco mais de peso do que os links colocados no final do conteúdo.

#111 O local em que um link aparece em uma página é importante. Geralmente, um link incorporado ao conteúdo de uma página é mais poderoso do que um link no rodapé ou na área da barra lateral.

#112 Um link de um site em um nicho similar é significativamente mais poderoso do que um link de um site completamente não relacionado ao tema.

#113 Um link de uma página relevante também passa mais valor do que o de uma pouco importante.

#114 O Google dá especial atenção aos links de páginas que contêm a palavra-chave da sua página no título (“Especialistas vinculados a especialistas”).

#115 Um site com velocidade de link positivo geralmente recebe um aumento de SERP, pois mostra que o site está aumentando em popularidade.

#116 Por outro lado, uma velocidade de link negativa pode reduzir significativamente as classificações, pois é um sinal de popularidade decrescente.

#117 O algoritmo Hilltop sugere que receber links de páginas que são consideradas recursos principais (ou hubs) em um determinado tópico recebem um tratamento especial.

#118 Um link de um site considerado um “site de autoridade” provavelmente transmite mais conteúdo do que um link de um site pequeno e relativamente desconhecido.

#119 Embora os links sejam nofollow na Wikipédia, muitos experts em SEO acreditam pensam que obter um link da desse site confere um pouco mais de confiança e autoridade ao site aos olhos dos motores de busca.

#120 Co-ocorrências: as palavras que tendem a aparecer em torno de backlinks ajudam a informar ao Google sobre o que é essa página.

#121 Idade do backlink: de acordo com uma patente do Google, os links antigos têm mais poder de classificação do que os backlinks recém-criados.

#122 Devido à proliferação de redes de blogs, o Google provavelmente dá mais peso aos links vindos de “sites reais” do que de blogs falsos. Eles provavelmente usam sinais de interação com a marca e usuário para distinguir entre os dois.

#123 Um site com um perfil de link “natural” vai ter uma classificação alta e ser mais durável para atualizações do que um que obviamente usou estratégias de black hat para construir links.

#124 A troca de links deve ser evitada.

#125 O Google consegue identificar o conteúdo gerado pelo usuário e diferenciar isso do conteúdo publicado pelo proprietário do site. Por exemplo, ele sabe que um link do blog oficial do WordPress.com é muito diferente de um link de besttoasterreviews.wordpress.com.

#126 Links de redirecionamentos 301 podem perder um pouco de essência quando comparado a um link direto.

#127 Uso do Schema.org pode representar um impulso direto para o site.

#128 A confiabilidade do site que faz link para o outro é diretamente proporcional ao “TrustRank” dele.

#129 O PageRank é finito. Assim sendo, um link em uma página com centenas de links externos passa menos PageRank do que uma página com um punhado de links externos.

#130 Por causa do spam em nível industrial, o Google pode desvalorizar significativamente os links dos fóruns.

#131 Um link de um post grande, com 1.000 palavras, geralmente é mais valioso do que um link dentro de um snippet de 25 palavras, por exemplo.

#132 Links de conteúdo mal escrito não transmitem tanto valor quanto links de conteúdo bem escrito.

#133 Links variados para um mesmo site são “compactados” e contam contar como um único link.

Fatores relacionados à interação do usuário

#134 O RankBrain é o algoritmo de inteligência artificial do Google. Muitos acreditam que seu objetivo principal é medir como os usuários interagem com os resultados da pesquisa (e classificar os resultados de acordo com isso).

#135 As páginas que com mais taxa de cliques orgânicos (CTR) para uma palavra-chave têm melhor ranqueamento para essa determinada palavra-chave.

#136 A CTR orgânica de um site para todas as palavras-chave pode ser um sinal de interação com o usuário baseado em pessoas (em outras palavras, um “Índice de qualidade” para os resultados orgânicos).

#137 Taxa de rejeição: existem divergências a respeito, mas um estudo recente do SEMRush encontrou correlação entre a taxa de rejeição e o ranking do Google.

#138 Tráfego direto: o Google usa dados do Google Chrome para determinar quantas pessoas visitam o site (e com que frequência). E isso conta.

#139 Sites com visitantes repetidos podem receber um aumento no ranking do Google.

#140 “Pogosticking” é um tipo especial de rejeição. Nesse caso, o usuário clica em outros resultados de pesquisa em uma tentativa de encontrar a resposta para sua consulta.

#141 Sites bloqueados: o Google descontinuou esse recurso no Chrome. No entanto, o Panda usou esse recurso como um sinal de qualidade. Então, o Google ainda pode usar uma variação dele.

#142 Favoritos do Chrome: sabemos que o Google coleta dados de uso do navegador Google Chrome. As páginas que são marcadas como favoritos no Chrome podem receber um impulso.

#143 Páginas com muitos comentários no próprio Google podem ser um sinal de interação e qualidade do usuário.

#144 O Google presta muita atenção ao tempo de permanência do usuário no site. Quanto mais tempo gasto, melhor.

#145 O Google prioriza as páginas mais recentes para determinadas pesquisas.

#146 O Google pode adicionar diversidade a uma SERP para palavras-chave ambíguas, como “manga” (de camisa ou fruta), “rosa” (cor ou flor) etc.

#147 Histórico de navegação do usuário: você provavelmente já percebeu isso: os sites que você visita frequentemente obtêm um aumento de SERP para suas pesquisas.

#148 O histórico de pesquisa do usuário influencia os resultados. Por exemplo, se uma pessoa pesquisar por “resenhas” e pesquisar por “torradeiras”, o Google provavelmente classificará sites de revisão de torradeiras mais altos nas SERPs daquele indivíduo.

#149 Snippets em destaque: o Google escolhe o conteúdo de trechos em destaque com base em uma combinação de tamanho do conteúdo, formatação, autoridade da página e uso de HTTPs.

#150 Segmentação geográfica: o Google dá preferência a sites com um IP de servidor local e uma extensão de nome de domínio específica do país.

#151 Pesquisa segura: os resultados de pesquisa com palavrões ou conteúdo adulto não serão exibidos para pessoas com a Pesquisa segura ativada.

#152 Mesmo que o Google+ esteja prestes a acabar, o Google ainda exibe resultados mais altos para autores e sites que você adicionou a seus Círculos do Google Plus.

#153 Palavras-chave “YMYL”: o Google tem padrões de qualidade de conteúdo mais elevados para palavras-chave “Your Money or Your Life”.

#154 Reclamações do DMCA (Lei dos Direitos Autorais do Milênio Digital): o Google “reduz a classificação” de páginas com reclamações legítimas de DMCA.

#156 Pesquisas transacionais: o Google às vezes exibe resultados diferentes para palavras-chave relacionadas a compras, como pesquisas de voos.

#157 Para pesquisas locais, o Google geralmente coloca resultados locais acima dos SERPs orgânicos “normais”.

#158 Caixa das principais histórias: algumas palavras-chave acionam uma caixa de “Principais notícias”.

#159 Grande preferência de marca: Após o Vince Update, o Google começou a impulsionar grandes marcas para determinadas palavras-chave.

#160 O Google às vezes exibe resultados do Google Shopping em SERPs orgânicas.

#161 As imagens do Google às vezes aparecem nos resultados normais de pesquisa orgânica.

#162 O Google tem uma dúzia ou mais resultados Easter Egg (Ovo de Páscoa). Por exemplo, quando você pesquisa por “Atari Breakout” na pesquisa de imagens do Google, os resultados da pesquisa se transformam em um jogo jogável.

#163 Resultados de Site Único para Marcas: palavras-chave de domínio ou de marca podem trazer vários resultados do mesmo site.

#164 Payday Loans Update: Este é um algoritmo especial projetado para limpar “consultas muito spammy”.

#165 O texto âncora da marca é um sinal de marca simples, mas forte. E traz um resultado parecido com o snippet, mas referente especificamente à marca.

#166 As pessoas pesquisam marcas. Se as pessoas pesquisam sua marca no Google, isso mostra ao Google que seu site é uma marca real.

#167 Pesquisa de palavras-chave de marca +: as pessoas pesquisam uma palavra-chave específica junto com sua marca (por exemplo: “Backlinko Google ranking factors” ou “Backlinko SEO”)? Se assim for, o Google poderá aumentar sua classificação quando as pessoas pesquisarem a versão sem marca dessa palavra-chave no Google.

#168 Sites têm página no Facebook e recebem curtidas. Acredite: isso pesa para ranqueamento.

#169 Sites têm perfil no Twitter com seguidores: isso também conta.

#170 Página oficial da empresa Linkedin: idem. Também pesa.

#171 Autoria conhecida: Em fevereiro de 2013, o CEO do Google, Eric Schmidt, afirmou: “Nos resultados de pesquisa, as informações vinculadas aos perfis online verificados serão classificadas como superiores ao conteúdo sem essa verificação, o que resultará na maioria dos usuários clicando naturalmente nos resultados superiores (verificados)”.

#172 Legitimidade das contas de mídia social: uma conta de mídia social com 10.000 seguidores e 2 postagens provavelmente é interpretada de forma muito diferente de outra conta forte de 10.000 seguidores com muita interação. Na verdade, o Google registrou uma patente para determinar se as contas de mídia social eram reais ou falsas ou não.

#173 Menções à marca no noticiário: grandes marcas são mencionadas nos sites noticiosos o tempo todo. De fato, algumas marcas ainda têm um feed de notícias de seu próprio site, na primeira página. Isso tudo pesa para ranqueamento.

#174 As marcas são mencionadas sem serem vinculadas. O Google provavelmente também considera as menções de marcas não relacionadas a linke como um sinal de marca.

#175 Empresas reais têm escritórios. É possível que o Google pesquise dados de localização para determinar se um site é ou não uma grande marca.

Fatores relacionados a SPAM

#176 Penalidades do Panda: sites com conteúdo de baixa qualidade (particularmente, fazendas de conteúdo) são menos visíveis em pesquisas após serem atingidos por uma penalidade do algoritmo Panda.

#177 Fazer links para “bairros ruins” — como farmácias de spam ou sites de empréstimos — pode prejudicar a visibilidade nos resultados de busca.

#178 Redirecionamentos: Redirecionamentos sorrateiros é um grande não-não. Se capturado, pode obter um site não apenas penalizado, mas desindexado.

#179 Pop-ups ou “Anúncios de distração” são um sinal de site de baixa qualidade e podem o site.

#180 O Google pode penalizar sites que exibem pop-ups “intersticiais” (de página inteira) para usuários de dispositivos móveis.

#181 O Google penaliza as pessoas por otimizarem demais o site. Isso inclui: rechear de palavras-chave ou tags de cabeçalho de forma excessiva.

#182 Conteúdo irrelevante: uma patente do Google descreve como ele pode identificar conteúdo “sem sentido”, o que é útil para filtrar conteúdo gerado ou gerado automaticamente.

#183 O Google quer que a página que o site mostra para ele seja a página que o usuário efetivamente vê. Se a página redireciona as pessoas para outra página, essa é uma “página de entrada“. Não precisa dizer que o Google não gosta de sites que usam esse recurso.

#184 O algoritmo de layout de página penaliza sites com muitos anúncios (e não muito conteúdo) acima do menu.

#185 Esconder links de afiliados: tentar esconder links de afiliados (especialmente com cloaking) pode trazer uma penalidade.

#186 “Fred” é o apelido dado a uma série de atualizações do Google a partir de 2017. Ele segmenta sites de conteúdo de baixo valor que colocam o dinheiro acima do usuário.

#187 Não é segredo que o Google não é fã de programas de afiliados. E muitos pensam que os sites que geram receita com programas afiliados são colocados sob escrutínio especial.

#188 O Google odeia, compreensivelmente, o conteúdo gerado automaticamente. Se ele suspeitar de que o site está gerando conteúdo por meio de computador, isso vai resultar em uma penalidade ou desindexação.

#189 Excesso de lapidação para PageRank: ir longe demais com a ideia de esculpir o PageRank — por exemplo, colocando “nofollow” em todos os links — pode ser um sinal de jogar com o sistema. E isso vai resultar em perda de relevância.

#190 Se o endereço IP do seu servidor estiver sinalizado como SPAM, isso poderá afetar todos os sites desse servidor.

#191 Meta Tag Spamming: o preenchimento de palavras-chave também pode acontecer em metatags. Se o Google achar que um site está adicionando palavras-chave tags de título e descrição em um esforço para jogar com o algoritmo, ele pode penalizar o site.

Fatores externos ao site

#192 Se o site for invadido, ele pode sumir dos resultados da pesquisa. Mas existem meios de comunicar ao Google que se tratou de uma invasão.

#193 Um influxo súbito (e não natural) de links é um sinal infalível de links falsos. E pode resultar em punição

#194 Sites que foram atingidos pelo Google Penguin são significativamente menos visíveis na pesquisa. Embora, aparentemente, o Penguin agora se concentre mais em filtrar links ruins e penalizar sites inteiros.

#195 Muitos links de fontes comumente usados sites que usam técnicas black hat (como comentários de blogs e perfis de fóruns) podem ser um sinal de jogo do sistema.

#196 Um alto percentual de backlinks de sites não relacionados com tópicos pode aumentar as chances de uma penalidade manual.

#197 Se o Google enviou milhares de mensagens do tipo “Aviso do Search Console do Google sobre links não naturais detectados”, é preciso tomar cuidado. Isso geralmente precede uma queda de classificação, embora não seja 100% das vezes.

#198 Links de Diretórios de Baixa Qualidade: Segundo o Google, os backlinks de diretórios de baixa qualidade podem levar a uma penalidade.

#199 Widget Links: o Google faz cara feira para links que são gerados automaticamente quando o usuário incorpora um “widget” em seu site.

#200 Obter uma quantidade não-natural de links de sites com o mesmo IP de servidor pode ajudar o Google a determinar que links estão vindo de uma rede de blogs.

#201 Ter um texto “venenoso” linkado  (especialmente de palavras-chave de farmácia de SPAM) apontado para o site pode ser um sinal de spam ou de um site invadido. De qualquer forma, isso pode prejudicar a classificação do site.

#202 Em certos casos, diretórios de artigos e press releases foram violados a tal ponto que o Google agora considera essas duas estratégias de link building um “esquema de links”.

#203 Ser flagrado vendendo links prejudica a visibilidade na busca.

#204 Novos sites que recebem um fluxo súbito de links às vezes são colocados no Google Sandbox, o que limita temporariamente a visibilidade da pesquisa.

#205 O Google Dance pode agitar temporariamente as classificações. De acordo com uma patente do Google, isso pode ser uma forma de determinar se um site está ou não tentando manipular o algoritmo.

#206 O uso da Disavow Tool pode remover uma penalidade manual ou algorítmica para sites que foram vítimas de SEO negativo.

#207 Um pedido de reconsideração bem-sucedido pode remover uma penalidade.

#208 O Google puxou a orelha de pessoas que criam — e removem rapidamente — links com spam. Isso é conhecido como esquema de link temporário.

 

 

FONTE: https://blog.dino.com.br/ranqueamento-no-google/?utm_campaign=newsletter_040719&utm_medium=email&utm_source=RD+Station


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